O cravo que
murchou
O cravo
murchou, murchou
que
morreu.
A rosa
chorou, chorou
que
envelheceu.
Os novos
cravos e rosas,
choraram
muito também,
Pois, o
cravo que murchou,
pra todos
era um grande bem.
O coração
da rosa ficou em farrapos,
e todas as
flores sofreram muito com ela.
Pois o
jardim ficou mais triste,
com a
falta do cravo dela.
O cravo
não era altaneiro,
porém, era
muito belo.
Suas
pétalas tão delicadas,
dava-lhe
um ar mui sincero.
Todos os
cravos e rosas,
um dia hão
de murchar.
E para
cada cravo e rosa,
O jardim
há de chorar.
Chora
rosas, chora cravos,
chora
orquídeas e jasmins.
Por cada
flor tenho chorado,
um dia
chorarão por mim.
Daniel Nunes – Sucre, 01/ 11/02
Obs. Fiz essa poesia pensando em meu querido Papai, o cravo mais lindo do mundo. Ele murchou aqui na terra, para brilhar eternamente nos braços do Senhor Jesus
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